24 março 2015

Matteo e o tempo...


Quase um ano e meio depois, no mesmo lugar, vistos pelas lentes da mesma fotografa e amiga. 
A vida mudou bastante... ficou maluca e infinitamente mais completa e feliz.

Agradecer, agradecer e agradecer, é só o que posso fazer!
20 março 2015

Looks com short



Primeiro look - Blusa: ganhei, não sei a marca | Short: Emme | Sapatilha: Arezzo
Segundo look - Blusa: também ganhei, mas essa sei que é da Khelf, rs... | Short: Emme | Espadrille: lojinha de Avaré
18 março 2015

Looks de trabalho (com uniforme)


Sério, esse lance de #lookdodia é uma coisa que vicia de tal forma que, quando enjoa, é pra nunca mais, rs... Mas como meus "nunca mais" não valem de nada, mudei de ideia outra vez e de vez em quando bate saudade, daí faço umas fotos bem bobinhas e amadoras no espelho mesmo, como era nos primórdios. Tripé nunca mais (será? hahaha...).

No mais, antigamente até valia a pena fazer fotos dos looks, hoje em dia trabalho de camisa polo de uniforme (que eu odeio, mas fui eu que inventei, vai entender). Tem o lado bom, que é a praticidade de não precisar escolher roupa todos os dias. Mas polo é um treco feio que não combina com nada e enjoa, nossa mãe, como enjoa usar isso. 

Enfim, daí que fico me virando nos 30 para tentar mudar um pouco a cara da roupinha nossa de todo dia...




Primeiro look - Saia: Luci Marçal  | Sapatilha Arezzo
Segundo look - Jeans: Zara | Espadrille: lojinha de Avaré
Terceiro look - Saia: C&A | Sapatilha Arezzo
E sim, meu cabelo tá enorme.
16 março 2015

Look do dia (siiiim!)

Short jeans: Renner | Regata: Hering | Cardigan: Renner
Tênis: Rainha | Colares: Accessorize | Óculos: Chilli Beans

"Nácredito, ela postou uma foto de look do dia??"

Siiiiim!
Mas é uma foto tosca de banheiro, de um lookzinho beeem meia boca. É o que tem pra hoje, só pra vocês não ficarem achando que agora só falo sobre maternidade. Falo 90% do tempo sobre ser mãe, o resto envolve falar sobre cansaço e sono, rs... 

Beijos!
27 fevereiro 2015

Carta a uma amiga sem filho

O texto abaixo não é meu - desconheço a autora - mas é como se fosse, poderia ter escrito cada uma dessas palavras, é perfeito. Publiquei ele em meu Facebook há alguns meses e agora publico aqui, porque ele explica também, de certa forma, o meu sumiço do blog.

Estamos ótimos, Matteo é maravilhoso, Pretinha está muito bem, em breve vamos nos mudar de casa, tenho trabalhado bastante, mas ser mãe é o que faço de melhor. Não sou mãe perfeita, não sou mãe xiita, sou mãe possível, mãe feliz, mãe tranquila, mãe em constante processo de aprendizado. E sou mãe assim, exatamente assim, como nessa carta:

"Querida amiga,
Sim, nós continuamos amigas. Sim, eu ainda gosto e me importo com você. Acontece que a vida mudou um pouquinho desde a chegada do meu filho. Eu sei que você está achando tudo uma grande frescura. Sei que o filho do Beto frequenta bares desde dois meses. Que o filho da Carina ficou dormindo no carrinho na última festa que teve na sua casa até 2 da manhã. Que o filho da sua prima fica quieto desenhando na mesa enquanto vocês almoçam por duas horas. E que o filho do Leandro é ótimo porque não chora.
Meu filho chora. Ele é ótimo, mas chora. Na verdade, toda a criança chora. Até o filho do Leandro. Chorar é a primeira forma de comunicação dos bebês, a maneira que eles têm para avisar quando alguma coisa está errada e eu fico aliviada por ser assim. Se com choro já é difícil identificar o que eles querem, imagina sem. Adoraria te ver sim, mas, atualmente, meus horários andam meio malucos. Comemoro quando acordo e ainda não está escuro do lado de fora. Por causa disso, meio dia já estou morrendo de fome e 22h estou bocejando.
Adoraria almoçar com você, esse é um programa que eu ainda consigo fazer com certa facilidade, mas você pode ligar no dia anterior pra gente combinar? E dá para ser um pouquinho mais cedo? Eu não posso garantir que ele vai ficar quieto na mesa o tempo todo como o filho da sua prima. Provavelmente eu precise levantar algumas vezes. Mas vamos adorar te encontrar.
Eu sei que você está me achando uma chata, muito exagerada, uma generala do lar, mas é que a rotina é fundamental aqui em casa. Traz segurança para todos nós e a ilusão de que a vida ainda pode ser controlada e menos caótica. Faz diferença quando a gente troca muito os horários. Ele pode até dormir na sua casa durante uma festa, mas imagina ter que transportá-lo no meio da noite? Ele dormindo tão confortável e eu tendo que acordá-lo? E a preocupação de sair de madrugada pelas ruas do Rio de Janeiro com um bebê? E se ele chegar em casa e resolver ficar acordado? De vez em quando vale fazer um sacrifício, claro, mas não quero que essa seja a nossa rotina. Tem que ser bom para todo mundo, principalmente para ele.
Muita gente cria o filho de outra maneira, eu sei. Mas esse é o jeito que escolhi criar meu filho por enquanto. Pode ser que mês que vem tudo mude. Que eu convença a avó dele a ficar aqui em casa algumas noites e tenha vontade de sair novamente. Por enquanto eu não tenho tanta. Minhas melhores noitadas têm acontecido aqui em casa mesmo. Queria que você tivesse um pouco de paciência e amor. Muita coisa mudou. It’s the end of the world as we know it, mas é um mundo bem mais bonito esse que estou vivendo agora. Você continua nele. And I feel fine."
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