26 abril 2011

Parece mentira mas não é


Há tempos venho querendo escrever sobre um assunto aqui no blog mas sempre desisto. Desisto porque aqui tento fazer com que tudo seja sempre leve e tranquilo, deixo os assuntos sérios e pesados para situações onde não possa fugir deles. Além disso eu tenho a impressão de que, contando isso, posso estar sendo apelativa ou gerando questionamentos. Sabe aquelas histórias que parecem filmes? Roteiros cheios de maluquices, situações bizarras e improváveis? Pois é, é assim minha história de hoje. E vocês vão ler e aposto que vão pensar "ah tá, isso ela inventou, certeza absoluta". No final eu conto se é tudo verdade mesmo ou se é fruto da minha imaginação fértil, ok?

A história é longa, vou logo avisando. Ainda que eu tente resumir, para me fazer entender, preciso escrever bastante, portanto preparem um balde de pipocas e bóra lá...

Meus pais nasceram e se criaram no Paraná. Minha família vive toda lá, só nós viemos para São Paulo. Por esse motivo, todos os finais de ano e comemorações são passados lá, com a família toda reunida, tios, tias, primos, avós, sobrinhos, cachorro e papagaio. Eu tenho 29 anos, portanto, passei 29 natais lá. A cidadezinha onde minha avó mora se chama Alto Piquiri, bem pro norte do Paraná, quase já na divisa com o Paraguai.

Tá, daí era dia 29 de dezembro de 2003, aniversário do meu pai. Nós fizemos uma festinha simples, bolo, doces e refrigerante. Meu pai é um palhaço e a gente se divertiu horrores. No dia seguinte resolvemos fazer uma visita ao cemitério da cidade onde foram sepultados meu avô, um tio e um primo. Lá tem pés de manga que meus primos adoram. Eu tenho nojo de chupar manga que nasce em pé de cemitério, mas isso não tem nada a ver com o assunto, foi só para desabafar mesmo. Então lá fomos nós para o passeio macabro (e que ficaria ainda pior).

Meu pai tinha acabado de comprar uma Nissan Frontier. Um desses carros que os homens que viveram em fazenda e sítios adoram ter. Era o sonho da vida dele, trabalhou muito por isso e finalmente conseguiu. O que a Nissan tem a ver com o cemitério? Por incrível que pareça, tudo. Fomos eu, meu pai, minha mãe, minha tia, minha prima e meu cachorro (Atreio, aquele que aparece por aqui de vez em quando - ele está em todas). Estávamos lá fazendo nossas orações quando entram dois homens com camisetas amarradas aos rostos, armados e pedindo a chave do carro. Eu ri. Não, eu não sou imbecil, eu só pensei que pudessem ser meus primos nos pregando uma peça. Porque, né... Alto Piquiri tem uns 10 mil habitantes, lá não acontece nada, quem é que ia imaginar um assalto num cemitério?

Mas não é que era verdade? Naquele momento estávamos nós, dentro de um cemitério, com 2 homens armados e um pânico geral se instalou. O cara pede a chave do carro, meu pai dá. Minha mãe grita "Pelo amor de Deus, meu cachorrinho está no carro, deixa eu pegar ele". Hahahaha... seria hilário se não fosse trágico, ela pensou primeiro no cachorro. Ok. O fulano diz "Calma, tia, ninguém vai levar o carro a lugar algum, vocês vão junto". Oi, calma aí, comoéqueé?? Vamos juntos? Porra, eu não posso ser sequestrada dentro de um cemitério, cara, que negócio mais trash. É, mas eu fui. Quer dizer, nós fomos.

Antes disso, para piorar - é, porque a situação tava sussa, né? ainda dava pra ficar um pouquinho pior - entra uma garota de bicicleta no cemitério. Os bandidos-malvados-and-encapuzados pensam "fudeu, vamo ter que levar a guria junto". Ah, beleza, pensei eu, já tá tudo ferrado mesmo. Não, não estava. A guria era surda e muda. Tô falando sério.

Lá fomos nós, a família (in)feliz, num carro onde estávamos eu, minha mãe, minha tia de Curitiba, minha prima de Foz do Iguaçu, meu pai, meu cachorro, dois bandidos malvados e uma garota desconhecida e surda-muda. Olha que beleza, que maravilha, que coisa mais sinistra. Passamos hoooooooooras rodando por estradas de terra, num zigue-zague sem fim. Atreio dormiu no meu colo. Nessas horas é bom ser cachorro porque você não manja nada da situação e acha que está só dando um rolê. Os foras-da-lei disseram que só queriam o carro, porque era importado e coisa e tal. Mas no meio do caminho pararam e mandaram a gente descer. Daí a sempre otimista aqui pensou "ô loco, vou morrer com um tiro na testa no meio do nada, puta que pariu, que final mais mequetréfe pruma vida tão legalzinha". Não foi dessa vez. Eles queriam anéis, brincos, pulseiras, alianças e tudo de valor que nós tínhamos. Meu amigo, numa altura dessas, leva o que você quiser, mas amanhã é ano novo e eu tava numas de querer comemorar, será que dava? Não deu.

A gente passou um dia e uma noite com eles. Fomos parar num casebre no meio de uma fazenda, tipos filme de terror mesmo. Tinha cavalos. Atreio latiu pros cavalos. Sim, porque o problema eram os cavalos, os caras com as armas eram bonzinhos (nota: poodles não são bons cães de guarda). Aí ficamos lá, sentados dentro daquele lugar sinistro, e começa um temporal. Sabe temporal? E o telhado tava cheio de telhas quebradas. Aham. Apareceu mais um fora-da-lei - esses caras se multiplicam. Depois saiu ele e mais um e foram levar o carro pro Paraguai porque diz que lá é facinho de vender. O outro ficou "cuidando" de nós todos. Hooooras e mais horas se passaram até que eles ligaram pro celular do cara que estava com a gente avisando que a barra estava limpa. Daí o cara diz "Olha só, pessoal, é o seguinte, deu tudo certo, eu vou liberar vocês. Vou sair agora e vocês esperam uma hora, depois podem sair e procurar ajuda. A propósito, o senhor tem algum CD do Bruno e Marrone no carro, eu estava querendo ouvir". Oi? Bandido sertanejo, era só o que me faltava.

Nessas a gente saiu cinco minutos depois e fomos nos esconder no meio do mato. Quem em sã consciência fica lá tranquilo esperando por uma hora? Eu hein. Minha tia não queria se sentar no chão pra se esconder porque ela estava de bermuda branca e ia sujar. Hahahahaha... ai, Jesus. Tempos depois o dia começou a amanhecer e tivemos coragem de sair e buscar ajuda. Fomos andando por umas estradinhas de chão batido seguindo o som de carros que vinha de longe. Chegamos em uma estrada e pedimos carona para um caminhoneiro que parou e disse "Vocês são a família sequestrada?". Ó, ficamos famosos! rs...

E é basicamente isso. É nada, tem mais. Daí a gente foi parar na delegacia, fizemos B.O., vimos milhares de fotos para tentar identificar os suspeitos, essas coisas de praxe. Fomos para casa acalmar uma família insandecida e desesperada e passamos a virada do ano dormindo, quietinhos e em paz. Meses depois fomos chamados para prestar esclarecimentos, o que significa, na verdade, contar tudo de novo para outro delegado. Por quê? Ora, muito simples, porque o delegado que fez o nosso primeiro B.O. era o chefe da quadrilha de sequestradores. Rá!

Agora sim acabou.

Consequências desse dia:

1) Tenho pavor de cemitério e não é por causa dos mortos.
2) Vendemos a casa onde morávamos e fomos morar em um apartamento, que é mais seguro. Mas depois voltamos para uma casa, o trauma passou rápido.
3) Nunca subestimem uma cidade pequena, acontecem coisas sinistras nesses lugarejos também.
4) Fiquei amiga da mocinha surda-muda que foi sequestrada conosco. O pai dela havia falecido uma semana antes do ocorrido e ela acabou passando por esse perrengue todo porque estava no lugar errado, na hora errada.
5) Eu e minha prima criamos um laço muito forte depois de todo o acontecido. Ela é quase minha alma gêmea.
6) Naquela noite dentro da casinha em ruínas, debaixo do maior temporal, meu pai me disse um "eu te amo, filha" pela primeira vez. Não que eu não soubesse do amor dele, mas ouvir foi muito bom.

E, para terminar: sim, parece mentira, parece lorota, parece filme de terror americano com roteiro sem-pé-nem-cabeça, mas é tudo verdade. Cês acreditam? rs...

90 comentários:

Cláudia Paulino disse... - Responder comentário

Lindinhaaa, não é uma história pra rir, mas vc contou de um jeitinho tão engraçado !!!
Meu Deus, nem consigo imaginar o tamanho da aflição de vcs !!!
Ainda bem que terminou tudo bem !!!
O pior de todo a história é o delegado ser o chefe da quadrilha !!!
Onde vamos parar com essa criminalidade, né ???
Beijoooocas pra vc !!!

Aline Aimée disse... - Responder comentário

É tudo verdade!
A mãe da Lily me contou.
Mas amiga, vc esqueceu de dizer que o bandido que tomou conta de vcs fumou maconha!
Aff, parece cômico, mas é sério.

E Atreio, o cão de 7 vidas, sobreviveu a 1 incêndio, uma doença incurável e um sequestro.

Graças a Deus estão todos bem!
=)

Fala, Mãe! disse... - Responder comentário

Choquei com sua história, apesar de vc ter contato de uma forma tão agradável de ler. lembrei de um "causo" que eu conto e ninguém acredita: eu quase fui violentada por um velho, eu disse VELHO muito velho gaga quando eu morei na frança e me perdi em aix provence numa noite, aquelas cenas que parecem só aparecem em filmes que vc olha numa rua e não encontra uma alma viva pra te ajudar. Finalç de história, eu empurrei o velho na rua, mas senti pena dele depois, dá pra entender? A vida tem historias que roteiristas não conseguem criar. beijo querida
OBS: Comprei umas coisas no wholesale, depois que chegar ( daqui anos) quero te mostrar

Regiane Ivo disse... - Responder comentário

Desculpa, mas eu ri muito agora! Rsrsr... Pela maneira que você contou ficou muito cômico!
Bjus
www.channelfake.blogspot.com

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Ai é, amiga, eu esqueço alguns detalhes, minha mãe é melhor pra lembrar dessas coisas do que eu!

Atreio é Highlander! hahahaha...

MARISA disse... - Responder comentário

Alto Piquiri? tem uns lugarejos proximos, chamados de Brasilandia do Sul? é caminho p/Umuarama?
se for essa a cidade, moro pertinho
(aqui deve ter uns 15 habitantes a mais)

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

É do lado de Umuarama, isso mesmo!! rs...

juliana disse... - Responder comentário

Oi! Às vezes passo aqui dar uma olhadinha e hoje ri horrores com sua história!
Bjo

Cris disse... - Responder comentário

Rsrsrs, menina, vc é uma figura, essa história tá muito engraçada, apesar de não ter sido nada legal, aff... Adorei o post! :) Sempre venho, mas acho que é a primeira vez que comento... bjos!!! Cris

NatiLopes disse... - Responder comentário

e eu ja tinha ouvido essa historia pessoalmente, qs emorri qnd ouvi! ahaha
parecia mentira!!

Graças a eus esta td bem já neh!!

beijosssssssssssssss

MARISA disse... - Responder comentário

caramba!
pertinho daqui, Assis Chateaubriand, vem muita gente desta cidade estudar aqui.

Paty Sahea disse... - Responder comentário

nossa menina que história . Você contando assim parece roteiro de filme mesmo , graças a Deus no final, vcs estavam "bem" (porque o trauma sempre fica né). E que delegado FDP , agora diz se dá pra confiar e acreditar nessas "autoriades" ( com excessões né) .

bjoss e boa quarta

p.s sempre estou por aqui mas esse foi meu primeiro comment =/

Cris Marques disse... - Responder comentário

Nossa, roteiro de filme total, hein!!! hihihihi Mas tirando a graça pela forma que vc contou, ainda bem que todos ficaram bem!!!! Se fosse eu tinha morrido do coração, tenho muito medo de assalto, ainda mais com sequestro, nossa!!!

Até mandei e-mail para vc sobre isso!!!!

Bjão

Thai disse... - Responder comentário

Menina, que loucura! Graças a Deus acabou bem. Mas que foi engraçado de ler, isso foi.. HAHAHA

É como eu digo: Viver é ter o que contar.

Beijocas :*

Noh Gomes disse... - Responder comentário

Juro que não sou de rir de situações assim, mas não contive a gargalhada, é muita merda pra um dia só né não.
E obrigada pelas dicas de lugarejos, sempre vou e acho que nada acontece e em relação a não comer nada de cemiterio, nessa estou com vc, tenho sei la um nojo de pensar o que adubou entende rsrs.

Adorei seu canto, vou estar aqui sempre.

Mil beijos

Nai disse... - Responder comentário

Nossa, fiquei torcendo para que no fim fosse uma estória e não uma história...
Caraca, como alguém pode fazer uma coisa dessas ainda mais num cemitério?
Momentos de pânico, ainda bem que ninguém reagiu.

Beijus

Duane Oliveira disse... - Responder comentário

Poxa vida, miiiiil desculpas mas eu ri tanto rs !!

Adre Crespo disse... - Responder comentário

Meeeeu Deus, essa tua vida é NADA monótona em? O:

Alessandra disse... - Responder comentário

Ai, Lily, trágico e cômico!! rs
E minha filha nasceu no mesmo dia do seu pai. Passei o Ano Novo na maternidade, olhando a Av. Paulista pela janela...
Bj.

ValLindinha disse... - Responder comentário

Bizarro, bizarro, bizarro!
Assalto por uma caminhonete imponente: ok.
Sequestro da família por razões obvias: super OK!!!!
Delegado chefe de quadrilha... não deveria, mas ok! (ainda mais em cidades de interior e minúsculas)
Mantidos em cativeiro e depois libertados. Bizarro ou realmente o que tem de acontecer já esta escrito no nascimento e ponto!
Não era pra vc está aqui contando historias pra ninguem, se o roteiro de hollywood tivesse seguido o curso normal...

Naiala Xavier disse... - Responder comentário

Tô bege com esse 'roteiro', já pensou em vender pra globo? é ótimo para ser exibido naqueles especiais de fim de ano, com uma mensagem de que sempre há uma luz no fim do túnel.

Que história hein!
Não é pra rir, mas o jeito que contou é ilário.
És uma sobrevivente.

Ganhei minha tarde, após essa leitura iluminada do relato de um sequestro.

Kkkk...

Naiala Xavier

disse... - Responder comentário

Acredito sim! cmg aconteceu parecido: meu marido foi tocar no baile de ano novo de uma cidadezinha ovo chamada rubiácea, perto da divisa de SP com o MS, eu estava grávida de 5 meses, depois do baile nós fomos pra uma creche onde estavamos hopedados, pq a cidade nem hotel tinha, estavamos lanchando e nos preparando pra ir embora, qdo entraram 4 caras armados e mandaram todos pro banheiro, eu não podia deitar no chão de barriga pra baixo como eles queriam pois estava barrigudona ja,... resumindo, eles levaram os celulares, dinheiro, maquinas digitais e td mais... e nós ficamos dentro do banheiro por 2 hras deitados apavorados.... Horrivel...

Rejane Alves disse... - Responder comentário

Me desculpa mas eu dei muita risada da forma como você contou, e se você diz que é verdade eu acredito.
Graças a Deus tudo ficou bem.

Mas fiquei curiosa com uma outra coisa, você é Paulista ou Paranaense!????


Beijinhos

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Eu sou paulista, paulistana e são paulina! rs... Nasci aqui, Rê.

Débora disse... - Responder comentário

Vc me fez chorar... e por incrivel que pareca tudo oq foi escrito é verdade infelizmente a mais pura verdade...
te amo muito
saudades
bjus

Patricia disse... - Responder comentário

Olha que história mais dificil, sofuco total.
meu Deus só de lembrar fico com os cabelos em pé,mas vc narrando foi até engraçado.
Que bom que tudo acabou bem.
xerooooooo

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Ah, Nega, chora não, isso nos aproximou mais e nos fez ficar fortes e corajosas! Tudo tem sempre um pq.

Te amo muito!

Rosa Chock disse... - Responder comentário

Flor sua historia dava um filme, que coisa mais cabulosa e até engraçada pelo seu geito de contar,graças a Deus não aconteceu coisa pior. bjoks

Anônimo disse... - Responder comentário

Não acreditaria nisso se não fosse da sua família. E enquanto isso eu a Érika e a minha mãe viajávamos alegremente pra Curitiba pra esperar por vocês para o Ano Novo. Eis que quando ligamos para Alto Piquiri para avisármos que havíamos chegado bem alguém diz: "Oi, que bom que vcs chegaram bem. O Maurício foi sequestrado"...em alto Piquiri??? O moço mora em Osasco e vai ser sequestrado numa terrinha onde o mais importante que acontece são as garrafas quebradas na avenida durante a virada de ano? Vcs são chiques, entraram para a história da cidade. Hehehehe. Mas bobeiras à parte, que bom que tudo acabou bem. Vcs todos são muito importante pra nós.
Amo vcs tudoooo.
Beijos, Sami

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Pois é, Sami, a gente tinha toda uma festa programada e no fim virou essa confusão. Mas é isso, terminou tudo bem, tamos aê e vc ainda vai ter que me aguentar por muuuuitos anos te chamando de Chamito! hahahaha...

Até outubro, priminha!
Te amo!

Kelly P disse... - Responder comentário

Nossa, dava um filme mesmoooo. Trágico... mas depois que passa, vira meio cômico mesmo né?

E Sampa que é perigosa???

Que bom que todos saíram ilesos dessa histórias.

Beijossss

Marcia disse... - Responder comentário

Achei sua estória bem cômica ainda mai tendo saido todos ilesos. O que não foi meu caso a 15 dias atrás eu minha família fomos assaltados na casa de praia por dois bandidos salafrarios e infelizmente meu pai venho a falecer baleado por um deles. É violência demais desculpe o desabafo acompanho seu blog há algum tempo e não pude deixar de comentar esse post. Bjo

Fah's Art Ateliê disse... - Responder comentário

Noooooooossa!!! O que tá ruim sempre pode ficar pior né??!! Graças a Deus correu tudo bem! E o Atreio hein, que cachorro corajoso, que orgulho...Hehehe Bjinhus

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Nossa, Marcia, que coisa mais triste! Eu contei minha história dessa forma tragi-cômica porque, felizmente, nada de ruim aconteceu. Mas não é o seu caso. Não sei nem direito o que dizer.

Se precisar de alguma ajuda, me fala, tá? A gente pode se falar por e-mail, quem sabe te ajude??

Beijinhos.

MOSQUETEIROS disse... - Responder comentário

Querida, desculpa mas não consegui deixar de rir.
Como algumas falaram aqui nos comentários foi a forma descontraida que vc escreveu.
Minha mãe mora no interior de Minas e sei bem essa coisa de que no interior não acontece nada.Mentira. Acontece e muito.
Ainda bem que vcs conseguiram sair bem dessa(com vida).
Um abraço

Turquezza disse... - Responder comentário

Menina, eu fico tão triste com tudo isso !!!!!!!
Os honestos não teem mais sossego.
E ainda no Paraná! Que era o Estado exemplar do Brasil !!!!!
As coisas estão mudando muito rápido para pior.
As "autoridades" não estão nem aí.
Enfim, aproveitar que teve final feliz e curtir a vida, pois não sabemos o dia de amanhã.
Parabéns pela sua maneira de escrever! Contou tudo muito bem sem se alongar demais!
E desculpa se a gente riu um pouco, ainda bem que tudo passou.
Felicidades para você e toda sua família.

cupacakecomglitter disse... - Responder comentário

Lily, se não fosse vc contando nn acreditaria, e realmente nao é uma historia pra ri, mas do jeito que vc contou como sempre ficou leve e engraçado...bjs...e que bom que acabou tudo bem, e ainda vc ganhou uma nova amizade e um eu te amo do pai( de forma sincera) ah!tudo de bom!Bjs...

Paula disse... - Responder comentário

Ave, sair de SP pra ir ser sequestrada numa cidadezinha no interior do Paraná é fogo, viu? Parece uma amiga minha que sempre morou no Rio, nunca foi assaltada, viajou pra Londres e foi lá... hahaha.
Pelo menos os bandidos não fizeram nada com vocês.

Rejane Alves disse... - Responder comentário

Cheguei a pensar que nasceste aqui..rs..eu sou São Paulina de coração..rs
Beijinhos

Ana Paula Esteves disse... - Responder comentário

Olá Lily!
Tenho que dizer que amo ler suas histórias!!! Você escreve de uma maneira deliciosa de se ler.
Bjs,
Ana Paula

Nathalia disse... - Responder comentário

Acompanho seu blog TODOS OS DIAS, juro! Entro toooooooodos os dias, inclusive é o primeiro da lista de favoritos.
Nunca comentei aqui porque.. não tem desculpa!
Mas você é linda, adoro o modo simples que escreve e gosto das roupas que influenciam no meu dia-a-dia.
Não é uma história pra rir, eu sei. Mas eu tenho que confessar que eu ri porque contou de um jeito engraçado.
E tipo, quando pensa que acabou PA! vem mais coisa rsrsrs
Graças a Deus acabou tudo bem...
e agora eu prometo que vou comentar bastante aqui. Realmente gosto de voce apenas lendo o que escreve.
Beijinhos :)

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Ah, Nathalia, comenta sempre sim, eu amo ler o que vocês escrevem e fico muito feliz quando uma leitora gasparzinha resolve aparecer! rs...

B-joca.

Aline disse... - Responder comentário

Ahahahahah..Li...o modo como foi a narrativa não poderia deixar de ser cômico apesar de ser trágico.
Adoro seu blog, vejo todos os dias,cada vez melhor! bjoka

Erika disse... - Responder comentário

Nossa, Lily que história terrível! Apesar do jeito leve e gracioso não consegui rir, pois senti que era pura verdade. Meu pai teve uma pickup igual a do seu pai e foi assaltado junto com minha mãe e dois primos no Guarujá. Eles também saíram ilesos, mas o susto foi grande e levaram até as chaves da casa dos meus pais.
Que bom que no fim deu tudo certo. Ah! e eu também tenho pavor de cemitério! Vc acredita que meu pai comprou uma campa num cemitério aqui em Santos e colocou no nome dele e no meu? Aff! E ainda fica perguntando quando vou ver o nosso "sobradinho", dá pra acreditar! beijo grande.

MANUPINK disse... - Responder comentário

EU ACREDITO SIM!!!!!
GRAÇAS A DEUS FICOU TUDO BEM!!!!!BJOKITAS!

Liana Barros Daiha disse... - Responder comentário

Nossa Senhora. E eu que achava que tinha vivido muitas 'emoções'. Que loucura, amiga, que bom que deu tudo certo. Ah..e continuo achando que escrever é um dom que você devia explorar mais! um beijinho.

Lígia disse... - Responder comentário

oie, que história mais tragica hein?
ainda bem que tudo e todos acabaram bem!
mas agora a pergunta que nao quer calar...seu pai tinha seguro?? tadinho perdeu o carro assim tao rapido? meu pai é todo apegado com carro assim também.

MARRI disse... - Responder comentário

Meu Deus :O
Mas que história hein, putz!

Mas que bom que todos saíram bem, poxa... e eu concordo com o comentário acima, minha atenção ficou super presa enquanto eu lia, parecia que eu estava lendo um livro oO'
Um dom super valioso o seu!

Beijos,
;*

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Oi, Lígia, ele tinha seguro sim. Os danos materiais são o de menos, né? Estamos todos aqui, é oq importa. E eu até esqueci de comentar, mas o último cara que ficou conosco perguntou p/ o meu pai se ele não queria o carro de volta, era só pagar 8 mil. Hahahaha... olha o absurdo da coisa.

Aline Silva disse... - Responder comentário

Lily...eu sei que a situação não pede, mas eu dei boas risadas com sua história...rsrs. Mais ainda quando ví que ninguém se machucou e todos ficaram bem, que foi o mais importante.
Bjim o.O

Aline Silva disse... - Responder comentário

Lily...eu sei que a situação não pede, mas eu dei boas risadas com sua história...rsrs. Mais ainda quando ví que ninguém se machucou e todos ficaram bem, que foi o mais importante.
Bjim o.O

Aline Silva disse... - Responder comentário

Lily...eu sei que a situação não pede, mas eu dei boas risadas com sua história...rsrs. Mais ainda quando ví que ninguém se machucou e todos ficaram bem, que foi o mais importante.
Bjim o.O

LaReK disse... - Responder comentário

Lily, tô pasma... Eu hein!
Você deve se benzer muito... e o Atreio tbm! rs!

Beijos!

Andreia Rodrigues disse... - Responder comentário

Oi Lily, adoro seu blog, eu passo por aqui todos os dias e andei passando o seu link para algumas amigas e elas adoraram!
A história realmente foi algo terrível, mas a forma como você contou não teve como não sorrir, eu dei muitas gargalhadas... graças a Deus que ficou tudo bem no final.
Bacana saber que sua família é paranaense, eu moro em Curitiba e amo essa terra.
bjs, Andreia

Andreia Rodrigues disse... - Responder comentário
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse... - Responder comentário

Oi Lily, sempre viajo pra Xambre bem pertinho de Alto Piquiri, a familia do meu marido é de lá. E posso te dizer que apesar da história parecer de cidade grande as coisas que acontecem no interior estão meio loucas. Nas nossas festas na fazenda sempre da aquele medo de aparecer esse tipo de gente por ser bem proximo da fronteira. Da um medão!!! Beijo !!!
Jaqueline Cordasso

Mirian Soares disse... - Responder comentário

Nossa, querida, que situação. Eu dei umas boas risadas, mas depois lembrei o quanto é ruim a sensação de quem passa por uma situação de violência. Sentir-se impotente ou a mercê de alguém é terrível e traumatizante. Em 2000 eu estava viajando de Belém para a minha cidade, quando o meu ônibus foi assaltado e sequestrado por vários homens armados até os dentes. Passamos umas 2 horas num desvio no meio do mato, mas, a sensação foi que passamos mais de 12 horas. Simplesmente terrível. Não gosto nem de lembrar. Graças a Deus que tudo saiu bem.
Bjos

Nanci disse... - Responder comentário

Parece filme mesmo...to bege, que loucura. Tenho muitas histórias loucas mas igual a sua tá dif´cil. Muita paz pra sua família, viu? Deus abençõe! Que bom que deu tudo certo no final...deu né? bjs.

Ritielle Nunes disse... - Responder comentário

lily, no começo eu tambem ri, porque você conta de um jeito muito engraçado, mas depois fiquei assustada! foi muito sério! graças a Deus nunca aconteceu nada assim, nem perto disso comigo e espero que nunca aconteça com você de novo!

=*

Cristin disse... - Responder comentário

Que sinistroooo!!!
Eles serviram alguma coisa, ou ficaram sem comer e sem beber?
Ain...fiquei curiosa!
Que situação!
Bj bonita

Ana Barbosa disse... - Responder comentário

Nossa..vc tem dom das palavras...
Essa historia tragica, pareceu uma "piada"...mas infelizmente isso acontece mt... eu mesmo fui assaltada no fim do mundo numa cidade do maranhão... e olha que já morei em Fortaleza e nunca tinha passado por isso... e e qd fui na delegacia... o "delegado" me dise " qd vc souber quem te assaltou me avisa que agente vai prender".... pode?!!???!!

:)

Cati disse... - Responder comentário

Lily, desculpa, eu ri demais lendo. É trágico, eu sei, mas vc escreve de uma maneira deliciosa viu?

ps: leio seu blog há muito, muito tempo e só agora venho perdendo a vergonha de comentar.

Beijoos

Greice Kölln Vipych disse... - Responder comentário

ahahhaha

tem que rir, mesmo sendo uma situação horrível...
inacreditável hein?!

beijinhos!

Suely Lopes disse... - Responder comentário

oi Lily... quem olha sua carinha linda todos os dias não imagina pelos sufocos que deve ter passado... fiquei aqui de boca aberto esperando o final do "causo". Você e o André conseguem nos prender até o final de seus posts. Este por exemplo achei que teria tempo de ler somente no final do dia... mas não consegui. Tive que terminá-lo e deixar o serviço um "bucadim"...
Linda, adoro estar aqui no seu jardim todos os dias.Obrigada por existir e perfumar minhas manhãs.
Beijos e sucesso sempre!!
Suely

Ritinha disse... - Responder comentário

eu lembro quando vc me contou!
Foi uma das coisas mais medonhas q já ouvi de você! (e olha q já ouvi variiiasssss rs)
Lembro que fiquei sem reação e totalmente sem saber o que falar ou fazer!
a unica coisa q conseguia pensar foi, quase perdi minha amiga!! pqp! PQP!PQP!!!!
Engraçado que pelo que vc passou eu que aprendi a dar ainda mais valor pras coisas ao meu redor!
Dou graças a Deus que tudo terminou bem! Não tenho nem ideia do que faria sem você!
Beijos! Te amoooo!

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Daí vc, a maior palhacinha da minha vida, me faz chorar. É isso?? Vivendo e se surpreendendo, né? =)

E olha quem fala em viver sem, vc tá indo morar em outro estado e vai me deixar aqui sozinha... SO-ZI-NHA! Uma madrinha boa de verdade jamais faria isso! hahaha...

Te amo, cabecinha!
Amo pra sempre, onde vc estiver.

debymel disse... - Responder comentário

Vou escrever o que muitas meninas já escreveram, eu fui obrigada a rir em umas partes, o que aconteceu foi triste, mas ainda bem que terminou tudo bem né? =/e como você disse no começo do post, parece mentira ou invenção, ai a gente vai lendo e imaginando, quantas histórias heim? hehehe sempre passo por aqui também e adoro seu blog...bejinho

Renata disse... - Responder comentário

Menina, vc já tinha me contado essa história por alto mas assim, com tantos detalhes, dava no mínimo um filme!! E que detalhes sinistroooosss!!! Medo!!! mas graças a deus acabou tudo bem. Ficaram os traumas mas quem não tem traumas nessa vida, né?? Haja cabeça pra lidar com tanta coisa...
Eu tb ri com seu jeito de escrever, mas essa situação não tem graça nenhuma... :(
Beijinhos mil!

Sheila disse... - Responder comentário

Caramba! Isso dava um roteiro legal, tanto de filme como de curta! Muito louco isso tudo se passar numa cidadezinha e dentro de um cemitério, bizarro! Bjo

Anônimo disse... - Responder comentário

Mas e não é que essa história me fez escrever pela primeira vez para seu blog, rs...?

Leio todo santo dia ("no final eu conto se isso é verdade mesmo", eheheheh!), apenas nunca comentei.

Entretanto, porém, contudo, todavia, HOJE não me contive e tive de te escrever, Lily, porque affe!!! KISTÓRIAMÓSINEEEEEESHTRAHHH!!!

Desculpe a minha empolgação, escrevendo do modo como estou. Sim, foi uma situação horrível, na hora vcs devem ter pensando trezentas mil coisas, sentido mais outras trezentas, que péssimo, nossa, mas vc contou de uma forma tão particular, que eu não resisti, rs...

E PUTZ!!!! Que perrengue, hein??!! Barbaridade!! Quem olha para sua carinha não imagina que vc tenha passado por uma ocasião dessa, no way!

Mas, enfim, querida, eu só tenho de lhe desejar felicidades!

P.S.: Sim, é verdade. Eu vejo seu blog todos os dias, rs...

Um beijinho!

Até amanhã,

Lara.

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Ahhh, Lara, que fooooooofa! E pq vc passa aqui todo dia e nunca comenta, heeeeein?? rs...

Menina, história trash toda vida, mas hoje me lembro sem sentir calafrios. Claro que ficam uns vestígios no inconsciente da gente, né? Medo de cemitério, neurose de achar que toda hora vou ser assaltada, mas eu consigo viver e conviver com isso, oq é o mais importante.

Quis contar isso pq o povo acha que eu vivo uma vida de conto de fadas, que eu tô sempre feliz, que tudo dá sempre certo. Não é bem assim, né? A vida de todo mundo tem problemas, eu não sou diferente. Mas eu escolhi dar importância pro que tem importância. E pra mim o que vale é ser feliz. O que não me faz feliz eu ignoro, deleto, esqueço. Ou faço piada, como nesse post! rs...

Beijos e obrigada pelo carinho e pelo comentário.

Anônimo disse... - Responder comentário

Ooooownnn!!!

Obrigada vc!!!

Lara.

Lady Kate às avessas disse... - Responder comentário

Caramba... por algumas vezes achei que era uma comédia, mas com o tempo as coisas ruins que acontecem vão ficando menos pesadas!!
Fico feliz que não aconteceu nada de muito ruim...

Lígia disse... - Responder comentário

pois é danos materiais são o de menos, mas deu dózinha do seu pai ficar sem o carro!
kkkkkkkkkkkk 8mil pra ter o carro de volta??kkkkk
ai ai...

Daniela Chagas disse... - Responder comentário

Que história maluca! hehehe.
E que delegado filho de uma p%$*, prenderam os caras no fim?

Esse teu dog deve ser uma figuraaa!

Beijos

ALYNE disse... - Responder comentário

Querida Lily, que história INCRÍVEL!!! O que eu acho mais interessante é que depois que a situação passa, a gente ainda consegue dar risada! E como eu digo, essa é a vida, cheia de surpresas, de sustos e de aventuras! Mas o melhor de tudo: ainda bem que você tá aqui para contar tudo isso, embora a história seja trágica, você foi divertidíssima, ri horrores!!
Beijão!
Alyne Ramos
www.blogestilomeu.blogspot.com
www.estilomeu.com

Lay Rosa disse... - Responder comentário

Nossa... eu acredito!!
mas q historia heim?!

bjus

Karin disse... - Responder comentário

Sim, parece mentira... Mas acredito. Pelo simples fato de vc conseguir escrever um texto tão leve sobre um acontecimento de sua vida tão trash. Por isso continuo visitando o seu jardim.
Beijos!

Mi estilo, mi moda!!! disse... - Responder comentário

Chorei e ri. Vindo de vc eu acredito!
Beijos

Cinthia disse... - Responder comentário

Chorei de rir e depois de chorar...vc escreve muito bem...bjosssssssss!!!

Koizaz Di Minina disse... - Responder comentário

Menina, se vc não fizer um livro com essa histório, tô te dizendo, eu faço um! Conto que era uma vez uma menina q tinha um blog e que um dia contou uma história muito cinistra... kkkk
Muito bom ver que você soube lidar com tudo isso com tanta levesa... Na verdade, só o fato de você ter escrito a história já é meio uma sessão de terapia...
Tudo de bom, sempre!

Louise Trindade disse... - Responder comentário

Lily kkkk ri mto com o atreio e as mangas adubadas de maneira tão especial...
O Lucas meu namorado riu mto pq eu tive que contar a ele!
e sua tia sem querer sujar a roupa branca, pode com isso! kkk
E o CD do Bruno e Marrone? enfim...

No Interior disse... - Responder comentário

Menina, to chocada... Só hoje fui ler sua história e to realmente chocada.
Aqui nesse fim-de-mundo que vivo qualquer dia vai acontecer uma merda muito federal pra alguém tomar uma providência. Isso porque aqui só tem 6 mil habitantes.
Tranquilidade em cidade do interior não existe mais não.
Mas ainda bem que tudo acabou bem e vc tá viva e linda pra compartilhar suas histórias com todas nós.

Beijos da Paty!

Gisa disse... - Responder comentário

Oie..

eu sei que tudo pode acontecer em qualquer lugar e geralmente acontece onde menos se espera!
Ainda bem que tudo acabou bem..rrs
Sou sua conterranea, sou paranaense de Cascavel e moro em são paulo com meu marido e filhos...passamos todos os nosso natais em cascavel e toledo com toda a parentada...como é tradição lá..
bjs
Gisa

http://anarquiafeminina.blogspot.com

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Oi, Gisa!!

Eu tenho um primo querido que mora em Toledo, mas ainda não conheço pessoalmente a cidade. Em Cascavel também tenho parentes, aliás... ahá, uhú, o Paraná é nosso! hahahaha...

Beeeeeeijo.

Cris Moreira disse... - Responder comentário

Nossa Lily, li só hoje, por causa da retrospectiva, não havia visto esse post antes, fiquei aqui sofrendo junto, o eu te amo do seu pai me deixou toda emocionada. Graças a Deus que todos ficaram bem!

Maíra Prado disse... - Responder comentário

Assim como a Cris, eu também vim parar aqui graças a retrospectiva...

Como vários comentários acima, é minha primeira vez por aqui.
Mas não podia ser diferente, sou leitura assídua e gostaria de te parabenizar da forma leve com que faz isso aqui.

Tudo lindo, agradável, verdadeiro, parabéns!!

Parabéns pelo casamento!
É maravilhoso quando vemos as pessoas dando certo, mesmo aquelas que a gente nem conhece mas sabe que merecem essa alegria. A propósito, vc e seu marido formam um casal super hiper mega ultra lindo! rs

Sobre o caso... impressionante!
Quem já passou por algo parecido como a moça lá em cima que perdeu o pai (muito triste...) sabe o quanto isso dói.

No meu caso, quando tinha 10 anos de idade tive que me mudar do Rio de Janeiro para Macaé "fugindo" de uma quadrilha que sequestrou meu pai para assaltarem o banco onde ele trabalhava.

Essas coisas ficam pra sempre.
E infelizmente são mais comuns do que a gente pensa...

Bom, deixando o lado triste pra lá, desejo a vcs, às leitoras e suas famílias que esse ano que tá começando seja livre desses episódios.

Muita PAZ! Momentos bons com a família e amigos, xô violência, maus sentimentos, corrupção, injustiça...

Nesse cantinho todo lindo seu, te desejo todas as coisas boas que vc tanto almeja :)

Como vc mesma disse, que 2012 seja tão bom que o ano que passou. Mas tenho certeza. Será ainda melhor!!

Bjs! :)

(desculpe a bíblia... rs)

Ana Paula disse... - Responder comentário

Oi Lily, Encontrei seu blog esses dias e amei, estava lendo esse post e me surpreendi, eu sou de Alto Piquiri! hahaha e sei bem onde é esse cemitério e tal, meus avós estão lá! Ah e por incrível q pareça, meu níver é dia 29 de dezembro, igual ao seu pai... Beijos e continue Linda como vc é!

Lily Zemuner disse... - Responder comentário

Juuuuura que vc mora aí, Ana? hahahaha... que coincidência louca! Talvez a gente até já tenha se visto algum dia!

Legal saber que alguém que está tão perto da minha avó me visita aqui no blog. =)

Beijinhos.

Ana Paula disse... - Responder comentário

Oi LiLy, então hoje eu não moro mais lá não... mas todo fim de ano vou pra lá, tenho parentes morando lá, mas sou praticamente igual a você, todo fim de ano estou lá, Firme! rs, hoje moro no interior de SP, em uma cidade chamada Indaiatuba, é prox a Campinas.
Bjão!

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Meu jardim está florido.
E o seu?

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