30 Abril 2011

Relembrando...


Adoro: eu costumo guardar e-mails fofos que recebo de amigos e pessoas importantes.

Odeio: certa vez me deu a louca e deletei vários do André em uma época que estávamos "brigados" (brigar mesmo a gente nunca brigou de verdade, foram só uns tempinhos bobos! rs...). Mas esse ficou:
De: andre_fcelegato@yahoo.com.br
Para: alzemuner@yahoo.com.br

É fácil trocar as palavras, dificil é interpretar o silêncio...
É fácil caminhas lado a lado, dificil é saber como encontrar...
É fácil beijar na boca, dificil é chegar ao coração...
É fácil apertar as mãos, dificil é reter o seu calor...
É fácil sentir amor, dificil é conter o seu desejo...
É facil lembrar quando se tem memória, dificil é esquecer quando se tem amor...

Te amo demais e só quero ser feliz contigo...

E-mail de 15 de outubro de 2.004.
Que bom que o tempo não mudou nada, só fez ficar ainda melhor.


29 Abril 2011

Resumo da semana


Se você perdeu alguma postagem aqui do blog durante a semana, não tema: segue um resumo com os principais temas e assuntos abordados - Hahahaha... tô me achando! =P

1) Postagem extraordinária: o coturno mais lindo do mundo que eu ganhei - de surpresa - da Cravo & Canela.

2) Eu sou amiga da ex dele: sobre deixar de lado preconceitos e conhecer pessoas que valem a pena.

3) Parece mentira mas não é: a história do meu sequestro (contada com uma pitadinha de humor, claro, para não ficar mais trash do que já é).

4) Crash de tendências: meu post no blog da Emme.

5) Promoção Lia Line: a loja virtual da Lia Line e a promoção de dia das mães.

B-jos procês.


Bolotas

Mini vestido - Wholesale
Legging jeans - ebay
Sapato - Shoestock
Bolsa - ebay
Colar elefante - ebay
Brincos - presente do boy

Fofo esse vestidinho, né meninas? Pena que ficou curto e só dá para usar com legging. Aliás, eu avisei isso naquele post com dicas do Wholesale. As chinesas são pequenas e magras, então o FREE SIZE deles fica curto para nós. Ou usamos assim, como estou usando, ou é melhor só comprar os produtos que tiverem mais opções de tamanho.

B-jos enormes e bom final de semana pra todo mundo.


28 Abril 2011

Lia line - loja virtual e promoção de dia das mães


Vocês viram que a Lia Line agora tem loja virtual? Esse é o tipo de notícia que eu amo repassar, porque sei o quanto a gente sofre por não encontrar as coisas pelas quais nos apaixonamos. Tão mais fácil ter uma loja virtual onde podemos encontrar tudo, né? Todas as marcas deveriam ter.

E, para comemorar o lançamento do site e o dia das mães, a loja inteira está com 10% de desconto e frete grátis para todo o Brasil.




Corram lá e aproveitem!


Estreiando meu coturno (o primeiro)


Vestido - Dona Joana
Cinto - Via Uno
Colar - Closonê
Bolsa - ebay
Coturno - Desmond (Passarela)

Poucas fotos porque toda vez que eu troco de "locação" demoro um tempo para ajeitar a luz e a maioria sai péssima. Mas tive que registrar a estréia do coturno. Usei assim dobrado. Fica fofo, né? O da Cravo eu já usei também mas só vai aparecer por aqui na próxima semana.


27 Abril 2011

Crash de tendências - Loja Emme

Shorts - Emme [R$ 89,90]
Cardigan - Emme [R$ 79,90]
Botas - Emme [R$ 139,00]
Colar - Emme [R$ 35,00]

Look todinho da Loja Emme. Agora meus looks aparecerão no Blog da Emme uma vez por semana e, além das fotos que vocês já conhecem, algumas dicas espertas sobre como montar looks com tendências atuais e muitas inspirações - todas garimpadas na loja, claro.

Para começar: você sabe o que quer dizer crash de tendências? Não? Corre lá no Blog da Emme que eu conto!

P.S.: A Emme, para quem não sabe, é uma loja do grupo Luigi Bertolli e Cori, recém chegada ao mercado e que aposta na moda jovem a preços justos. Eu já era fã há tempos (desde que abriu uma loja em um shopping perto de casa) e já havia falado dela aqui no blog. Se você não conhece, dá uma olhadinha na lista de lojas e corre na mais próxima, ele têm diversas opções, peças fofas e cheias de estilo e o ambiente é uma delícia - e fiquem de olho, claro, aqui no blog, porque estarei mostrando as novidades semanalmente.


Sweet cherry fury

Saia - presente da amiga Lou
Camisa - troquei com a Carol
Oxford - Shoestock
Colar - presente da Ferdy
Bolsa - ebay

Ameeeei essa estampa de micro cerejinhas. Não é fofa demais?


26 Abril 2011

Parece mentira mas não é


Há tempos venho querendo escrever sobre um assunto aqui no blog mas sempre desisto. Desisto porque aqui tento fazer com que tudo seja sempre leve e tranquilo, deixo os assuntos sérios e pesados para situações onde não possa fugir deles. Além disso eu tenho a impressão de que, contando isso, posso estar sendo apelativa ou gerando questionamentos. Sabe aquelas histórias que parecem filmes? Roteiros cheios de maluquices, situações bizarras e improváveis? Pois é, é assim minha história de hoje. E vocês vão ler e aposto que vão pensar "ah tá, isso ela inventou, certeza absoluta". No final eu conto se é tudo verdade mesmo ou se é fruto da minha imaginação fértil, ok?

A história é longa, vou logo avisando. Ainda que eu tente resumir, para me fazer entender, preciso escrever bastante, portanto preparem um balde de pipocas e bóra lá...

Meus pais nasceram e se criaram no Paraná. Minha família vive toda lá, só nós viemos para São Paulo. Por esse motivo, todos os finais de ano e comemorações são passados lá, com a família toda reunida, tios, tias, primos, avós, sobrinhos, cachorro e papagaio. Eu tenho 29 anos, portanto, passei 29 natais lá. A cidadezinha onde minha avó mora se chama Alto Piquiri, bem pro norte do Paraná, quase já na divisa com o Paraguai.

Tá, daí era dia 29 de dezembro de 2003, aniversário do meu pai. Nós fizemos uma festinha simples, bolo, doces e refrigerante. Meu pai é um palhaço e a gente se divertiu horrores. No dia seguinte resolvemos fazer uma visita ao cemitério da cidade onde foram sepultados meu avô, um tio e um primo. Lá tem pés de manga que meus primos adoram. Eu tenho nojo de chupar manga que nasce em pé de cemitério, mas isso não tem nada a ver com o assunto, foi só para desabafar mesmo. Então lá fomos nós para o passeio macabro (e que ficaria ainda pior).

Meu pai tinha acabado de comprar uma Nissan Frontier. Um desses carros que os homens que viveram em fazenda e sítios adoram ter. Era o sonho da vida dele, trabalhou muito por isso e finalmente conseguiu. O que a Nissan tem a ver com o cemitério? Por incrível que pareça, tudo. Fomos eu, meu pai, minha mãe, minha tia, minha prima e meu cachorro (Atreio, aquele que aparece por aqui de vez em quando - ele está em todas). Estávamos lá fazendo nossas orações quando entram dois homens com camisetas amarradas aos rostos, armados e pedindo a chave do carro. Eu ri. Não, eu não sou imbecil, eu só pensei que pudessem ser meus primos nos pregando uma peça. Porque, né... Alto Piquiri tem uns 10 mil habitantes, lá não acontece nada, quem é que ia imaginar um assalto num cemitério?

Mas não é que era verdade? Naquele momento estávamos nós, dentro de um cemitério, com 2 homens armados e um pânico geral se instalou. O cara pede a chave do carro, meu pai dá. Minha mãe grita "Pelo amor de Deus, meu cachorrinho está no carro, deixa eu pegar ele". Hahahaha... seria hilário se não fosse trágico, ela pensou primeiro no cachorro. Ok. O fulano diz "Calma, tia, ninguém vai levar o carro a lugar algum, vocês vão junto". Oi, calma aí, comoéqueé?? Vamos juntos? Porra, eu não posso ser sequestrada dentro de um cemitério, cara, que negócio mais trash. É, mas eu fui. Quer dizer, nós fomos.

Antes disso, para piorar - é, porque a situação tava sussa, né? ainda dava pra ficar um pouquinho pior - entra uma garota de bicicleta no cemitério. Os bandidos-malvados-and-encapuzados pensam "fudeu, vamo ter que levar a guria junto". Ah, beleza, pensei eu, já tá tudo ferrado mesmo. Não, não estava. A guria era surda e muda. Tô falando sério.

Lá fomos nós, a família (in)feliz, num carro onde estávamos eu, minha mãe, minha tia de Curitiba, minha prima de Foz do Iguaçu, meu pai, meu cachorro, dois bandidos malvados e uma garota desconhecida e surda-muda. Olha que beleza, que maravilha, que coisa mais sinistra. Passamos hoooooooooras rodando por estradas de terra, num zigue-zague sem fim. Atreio dormiu no meu colo. Nessas horas é bom ser cachorro porque você não manja nada da situação e acha que está só dando um rolê. Os foras-da-lei disseram que só queriam o carro, porque era importado e coisa e tal. Mas no meio do caminho pararam e mandaram a gente descer. Daí a sempre otimista aqui pensou "ô loco, vou morrer com um tiro na testa no meio do nada, puta que pariu, que final mais mequetréfe pruma vida tão legalzinha". Não foi dessa vez. Eles queriam anéis, brincos, pulseiras, alianças e tudo de valor que nós tínhamos. Meu amigo, numa altura dessas, leva o que você quiser, mas amanhã é ano novo e eu tava numas de querer comemorar, será que dava? Não deu.

A gente passou um dia e uma noite com eles. Fomos parar num casebre no meio de uma fazenda, tipos filme de terror mesmo. Tinha cavalos. Atreio latiu pros cavalos. Sim, porque o problema eram os cavalos, os caras com as armas eram bonzinhos (nota: poodles não são bons cães de guarda). Aí ficamos lá, sentados dentro daquele lugar sinistro, e começa um temporal. Sabe temporal? E o telhado tava cheio de telhas quebradas. Aham. Apareceu mais um fora-da-lei - esses caras se multiplicam. Depois saiu ele e mais um e foram levar o carro pro Paraguai porque diz que lá é facinho de vender. O outro ficou "cuidando" de nós todos. Hooooras e mais horas se passaram até que eles ligaram pro celular do cara que estava com a gente avisando que a barra estava limpa. Daí o cara diz "Olha só, pessoal, é o seguinte, deu tudo certo, eu vou liberar vocês. Vou sair agora e vocês esperam uma hora, depois podem sair e procurar ajuda. A propósito, o senhor tem algum CD do Bruno e Marrone no carro, eu estava querendo ouvir". Oi? Bandido sertanejo, era só o que me faltava.

Nessas a gente saiu cinco minutos depois e fomos nos esconder no meio do mato. Quem em sã consciência fica lá tranquilo esperando por uma hora? Eu hein. Minha tia não queria se sentar no chão pra se esconder porque ela estava de bermuda branca e ia sujar. Hahahahaha... ai, Jesus. Tempos depois o dia começou a amanhecer e tivemos coragem de sair e buscar ajuda. Fomos andando por umas estradinhas de chão batido seguindo o som de carros que vinha de longe. Chegamos em uma estrada e pedimos carona para um caminhoneiro que parou e disse "Vocês são a família sequestrada?". Ó, ficamos famosos! rs...

E é basicamente isso. É nada, tem mais. Daí a gente foi parar na delegacia, fizemos B.O., vimos milhares de fotos para tentar identificar os suspeitos, essas coisas de praxe. Fomos para casa acalmar uma família insandecida e desesperada e passamos a virada do ano dormindo, quietinhos e em paz. Meses depois fomos chamados para prestar esclarecimentos, o que significa, na verdade, contar tudo de novo para outro delegado. Por quê? Ora, muito simples, porque o delegado que fez o nosso primeiro B.O. era o chefe da quadrilha de sequestradores. Rá!

Agora sim acabou.

Consequências desse dia:

1) Tenho pavor de cemitério e não é por causa dos mortos.
2) Vendemos a casa onde morávamos e fomos morar em um apartamento, que é mais seguro. Mas depois voltamos para uma casa, o trauma passou rápido.
3) Nunca subestimem uma cidade pequena, acontecem coisas sinistras nesses lugarejos também.
4) Fiquei amiga da mocinha surda-muda que foi sequestrada conosco. O pai dela havia falecido uma semana antes do ocorrido e ela acabou passando por esse perrengue todo porque estava no lugar errado, na hora errada.
5) Eu e minha prima criamos um laço muito forte depois de todo o acontecido. Ela é quase minha alma gêmea.
6) Naquela noite dentro da casinha em ruínas, debaixo do maior temporal, meu pai me disse um "eu te amo, filha" pela primeira vez. Não que eu não soubesse do amor dele, mas ouvir foi muito bom.

E, para terminar: sim, parece mentira, parece lorota, parece filme de terror americano com roteiro sem-pé-nem-cabeça, mas é tudo verdade. Cês acreditam? rs...


Azul marinho e camelo

Vestido - sem marca
Faixa - veio com o vestido
Bolsa - ebay
Sapato - presente da Cravo&Canela
Anel coruja - ebay
Colar - presente da amiga Claudinha


25 Abril 2011

Eu sou amiga da ex dele!


Sabem, eu não sou santa. Não sou mesmo. Nem boazinha. Eu sou uma chata que disfarça bem, a verdade é essa. Mas, no geral, eu procuro ser sempre um pouco mais tolerante e aberta às mudanças. Aceito bem as diferenças, lido razoavelmente bem com quem discorda de mim (depois de desejar sua morte, óbvio). Diria até que sou flexível. Mas tenho uma história para contar que vai fazer vocês quererem me canonizar, hahahaha... sério.

Eu gosto de contar essas histórias porque elas me surpreendem, porque são elas que, vez ou outra, me vêm à mente quando penso "vou querer contar isso para os meus filhos". A história de hoje tem uma personagem que me fez entender o quanto preconceitos são ruins e nos fazem perder grandes chances. O nome dessa personagem é Juliana Viel. Mas vamos começar pelo começo...

Já fazia 3 anos que eu e André namorávamos. Bastante tempo e alguns atritos. Dizem que existe a crise dos 3 anos. Deve ser verdade, porque entramos numa crise esquisita que culminou em um término. Esse término durou 3 meses. Nesse meio tempo nos falávamos quase sempre, mas não nos víamos. Eu estava bem. Firme. Eu dizia que tinha feito a escolha certa, não estava dando certo, etecetera e tal. Pois bem, eu sou uma mula.

Lembram do Orkut? Aquela rede social falida que perdeu lugar para o Facebook? Pois é, crianças, eu sou da época do ICQ e depois do Orkut. E nos primórdios do Orkut ele não era desagradável ao ponto de dedurar quem bisbilhotava nossas páginas. Mas um dia, sem mais nem menos, sem aviso prévio, o FDP resolveu que seria um dedo-duro tabajara e estava lá aquela listinha com os nomes de 5 pessoas que andaram vasculhando a minha página. Hmmm... interessante, acho que vou retribuir a visita. Fulano de tal... nada demais, next. Fulana. Ah tá, sei quem é. Ciclano. Tá, sem importância. Juliana Viel. Hmmm... Juliana... que é que o André está fazendo numa foto com essa tal de Juliana Viel?? *Momentos de tensão*.

Resumo da ópera: André tinha feito a fila andar e estava de namorico com essa tal de Juliana. Pensem no escândalo que a santinha aqui fez? hahahaha... como se eu tivesse algum direito de propriedade, né? Que ridícula. Enfim, a minha ficha caiu, eu percebi que tinha feito uma enorme de uma besteira e fui lá, com meu rabinho entre as pernas, pedir perdão. André é um santo, já falei isso? Me perdoou e voltamos. Antes ele foi terminar com a tal da Juliana, que ficou meio deprê - mas ela superou rápido e logo estava namorando novamente.

Aí eu decretei, assim, porque eu queria e pronto, que Juliana era minha inimiga número um. E eu a odiava porque, né? Como ela ousou ficar com meu ex namorado enquanto eu me achava a fodona e curtia a vida de solteira? Insolente, isso sim! E ela era bonita e inteligente, o que agravava ainda mais o meu ódio. Alimentei minha neurose por quase um ano, infernizando a vida do pobre coitado do André com crises de ciúme patéticas, até que um dia, como num passe de mágica, abro meu e-mail e encontro uma mensagem de uma tal de... Oi? Juliana Viel? Whatafuck?!

Sim, a tal da Juliana me mandou um e-mail perguntando porque raios a gente se odiava tanto. E eu não soube responder. E, como eu não encontrei explicação alguma para não gostar dela, resolvi então que seríamos amigas. Simples assim. Saímos para jantar num dia, e em outros também. Juliana é publicitária e fotógrafa. Foi ela quem fez as fotos pro catálogo da Luci Marçal, lembram? Foi preciso que ela, do alto de seus vinte e poucos anos, tivesse a iniciativa de acabar com a palhaçada porque a sabichona aqui só conseguia ver o que queria. Pois é, Juliana Viel é hoje minha amiga.

Isso só para dizer que eu me engano em relação às pessoas, que crio impressões distorcidas, que julgo. E que eu erro. Mas que eu - ainda bem - consigo me redimir e perceber que certas coisas são bem melhores quando a gente quebra paradigmas e deixa de lado o preconceito. Vale a pena tentar, a gente perde muitas coisas na vida alimentando neuroses que só nos fazem mal.

Quem foi que disse que não dá para ser amiga de ex namorada? Dá sim! (Mas a outra ex eu ainda odeio! hahahaha...).

Beijos procê, !


Postagem extraordinária


E então chega uma caixa grande com o nome da Cravo & Canela. Meu coração dispara. Será que é o que eu estou pensando?


Já posso infartar??

[Muuuuuuito obrigada, equipe Cravo! Vocês são demais! Morro de saudades dos meus gaúchos preferidos.]



Jeans, renda e oncinha

Legging - Mackenna
Vestido - Wholesale
Cinto - Amo muito
Sapatilha - Dellicata
Colar - Emme (presente da amiga Tamiris)
Bolsa - presente da Coisas de oncinha

A foto que mostrava o colar em detalhe ficou ruim, mas é uma bolsinha linda com um relógio (que funciona!). Coisa mais fofa do mundo! Outro dia mostro direito. Aliás, fiquem ligadas porque vai rolar um surpresa ótima envolvendo a Emme, que eu conto logo mais. Enquanto isso, acessem o blog da marca e conheçam todas as novidades: http://www.blogdaemme.com/


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